sexta-feira, 17 de março de 2023

CRISTÃOS NÃO PODEM COMER CARNE DE PORCO

                            Caro leitor, 

Em meu vídeo A comida preferida de Jesus, publicado recentemente, precisamente quarta-feira passada, dia 15 de março do corrente ano, recebi o comentário de Ronin, que mora no Rio Grande do Norte. Ei-lo:


“Valeu, Eustáquio! 

Em resumo as proibições e as obrigações impostas pela religião com o objetivo de controlar a mente do sujeito, pessoas normais como Deborah Feldman não aguentaram esse tipo de vida e hoje estão livres.

Estou me afastando tb das crenças, iniciando uma nova jornada.”


Ronin escreve acima que a religião cria proibições e obrigações com o objetivo de controlar a mente do fiel. Que afirmação belíssima e verdadeira, caro leitor! E Ronin cita, como exemplo, Deborah Feldman, que nasceu num lar rigidamente religioso, com regras bíblicas malucas, causadoras de sua infelicidade, tendo, mais tarde, conseguido sair desse estado infernal. 

Ronin tomou conhecimento sobre Deborah Feldman por meio do meu canal. Ele assistiu à série de vídeos que eu fiz, com o título Renunciei à minha religião, contendo 16 vídeos. Depois de assistir a meus vídeos, Ronin viu, na NETFLIX, a série sobre a vida de Deborah, com 4 episódios, intitulada NADA ORTODOXA. Não vou, neste momento, falar sobre a vida dela para não ser repetitivo. Se você, leitor, tiver interesse, basta acessar, em meu canal, essa série. Porém, contudo e todavia, vou citar aqui um detalhe da vida de Deborah que aparece no livro e também na série lançada pela NETFLIX. 


Deborah Feldman nasceu numa família de judeus, os judeus hassídicos, rigorosos, seguidores da Bíblia hebraica, ou seja, os livros que estão no Velho Testamento da Bíblia cristã. Fique sabendo, caro leitor, que os judeus não querem nem saber dos livros que estão no Novo Testamento porque ali é o cristianismo, e a religião deles é o judaísmo. Assim, eles só levam em consideração os livros bíblicos que estão no Velho Testamento. E, no Velho Testamento, existem muitas aberrações da sociedade hebraica, visões errôneas daquele povo sobre o mundo que o cercava. Uma dessas aberrações é a condenação ao consumo da carne de porco, como mostrei no vídeo A comida preferida de Jesus. A Bíblia diz que o porco é um animal imundo cuja carne não pode ser comida pelo homem. Essa proibição está no livro de Levítico, capítulo 11, versículos 7 e 8:


“ Também o porco, porque tem unhas fendidas e o casco dividido, mas não rumina; este vos será imundo; da sua carne não comereis, nem tocareis no seu cadáver.”




Está escrito, na Bíblia, que as palavras acima foram pronunciadas pelo deus hebreu. Na verdade, deus algum existe, deus algum proíbe o consumo de qualquer carne e, com mais ênfase ainda, deus algum cria animais imundos. Essa errônea visão bíblica sobre o porco é apenas um reflexo da ignorância daquele povo. O homem é um animal parcialmente racional. Quando age irracionalmente, cria as mais variadas loucuras. É loucura afirmar que o porco é um animal imundo, impróprio para consumo. No mundo evoluído em que vivemos, é sabido que a carne de porco é uma das mais nutritivas e sadias para o consumo humano. Além disso, alguns órgãos desse animal estão sendo transplantados em seres humanos, salvando vidas, pois. A Bíblia é um conjunto de livros muito antigo que retrata épocas arcaicas, marcadas pelo analfabetismo e ignorância. Nenhum ser humano deve levar esses ensinamentos a sério porque estão ultrapassados. Só para você, leitor, ter uma ideia, na Bíblia, a escravidão, a inferioridade da mulher e a intolerância religiosa eram apoiadas e elogiadas. No mundo moderno de hoje, são condenadas. Entendeu, leitor? 

E o Jesus que está nos 4 evangelhos do Novo Testamento? Será que ele tinha uma visão diferente acerca do porco? Será que ele comia carne de porco? Um torresmo, por exemplo, bem crocante? Bem. Jesus, nos textos lendários do Novo Testamento, era judeu. Ele seguia as recomendações que estavam presentes nos textos antigos que hoje se encontram no Velho Testamento, que não é velho para os judeus. E, no Velho Testamento, o porco era considerado imundo, impróprio para consumo humano. Então? Já que Jesus seguia as regras que estão hoje no Velho Testamento, era também contra o consumo da carne de porco, não comia nem um torresmo crocante. E também dizia que o porco era um animal impuro. Que ignorância!

Pois bem! A Deborah Feldman, quando estava mergulhada na sua crença religiosa, rejeitava a carne de porco, não a comia de forma alguma, justamente por causa de sua fé religiosa. Na série da NETFLIX, que é uma biografia, um documentário, certo dia, Deborah está numa lanchonete, comendo um sanduíche muito gostoso. E aí ela pergunta ao atendente quais os ingredientes que estão naquele sanduíche, respondendo o rapaz que se trata de um sanduíche feito com carne de porco. Quando ela ouve aquilo, sai correndo em direção ao banheiro para provocar vômito a fim de vomitar a carne de porco comida. Eis a maluquice que a religião dela colocou em sua cabeça.  

A loucura do ser humano está em deixar de comer uma carne que adora por causa de um credo, por causa de uma religião. Aí está a loucura! Vou explicar melhor: nasce em Sobral um menino. Com 4 anos de idade, começa a comer carne. Esse menino adora carne de porco. Chega à adolescência comendo carne de porco. Com 18 anos de idade, entra numa igreja cristã, e deixa de comer a carne que tanto adora porque está escrito na Bíblia que o porco é um animal imundo. Aí está a loucura, leitor! Deixar de satisfazer um prazer corporal sadio por causa de uma mísera crença religiosa. 


quarta-feira, 15 de março de 2023

A COMIDA PREFERIDA DE JESUS

                             Edilina Vieira foi uma cristã evangélica fervorosa, mas, hoje, é uma ateia de primeira qualidade. Ela me pede sempre que eu não revele o nome da cidade em que mora. Por isso, vou apenas revelar a primeira letra do nome da cidade: Trairi, no estado do Ceará.

Edilina mora num sítio e adora criar porcos. Recentemente, ela fez 6 vídeos em seu canal, dando-nos uma aula sobre esse animal maravilhoso que se chama porco. Eu, Eustáquio, nascido em Sobral, no Ceará, nada entendo de porco, porém, adoro a carne. Para mim, é a carne mais gostosa que existe. Todos os sábados, vou a um quiosque de um amigo para comprar 2 feijoadas, uma para sábado, e a outra para domingo. Que delícia! 

Após essas explicações preliminares, vamos agora ao mundo da ignorância: a Bíblia! Você sabia, leitor, que a Bíblia condena o consumo da carne de porco? É, amigo leitor, a Bíblia diz que o porco é um animal imundo cuja carne não pode ser comida pelo homem. Por favor, leitor, não ria porque isso atrapalha minha concentração aqui! Essa proibição está no livro de Levítico, capítulo 11, versículos 7 e 8:


“ Também o porco, porque tem unhas fendidas e o casco dividido, mas não rumina; este vos será imundo; da sua carne não comereis, nem tocareis no seu cadáver.”



Está escrito, na Bíblia, que as palavras acima foram pronunciadas pelo deus hebreu. Na verdade, deus algum existe, deus algum proíbe o consumo de qualquer carne e, com mais ênfase ainda, deus algum cria animais imundos. Essa errônea visão bíblica sobre o porco é apenas um reflexo da ignorância daquele povo. O homem é um animal parcialmente racional. Quando age irracionalmente, cria as mais variadas loucuras. É loucura afirmar que o porco é um animal imundo, impróprio para consumo. No mundo evoluído em que vivemos, é sabido que a carne de porco é uma das mais nutritivas e sadias para o consumo humano. Além disso, alguns órgãos desse animal estão sendo transplantados em seres humanos, salvando vidas, pois. A Bíblia é um conjunto de livros muito antigo que retrata épocas arcaicas, marcadas pelo analfabetismo e ignorância. Nenhum ser humano deve levar esses ensinamentos a sério porque estão ultrapassados. Só para você, leitor, ter uma ideia, na Bíblia, a escravidão, a inferioridade da mulher e a intolerância religiosa eram apoiadas e elogiadas. No mundo moderno de hoje, são condenadas. Entendeu, leitor? 

E o Jesus que está nos 4 evangelhos do Novo Testamento? Será que ele tinha uma visão diferente acerca do porco? Será que ele comia carne de porco? Um torresmo, por exemplo, bem crocante? Bem. Jesus, nos textos lendários do Novo Testamento, era judeu. Ele seguia as recomendações que estavam presentes nos textos antigos que hoje se encontram no Velho Testamento, que não é velho para os judeus. E, no Velho Testamento, o porco era considerado imundo, impróprio para consumo humano. Então? Já que Jesus seguia as regras que estão hoje no Velho Testamento, era também contra o consumo da carne de porco, não comia nem um torresmo crocante. E também dizia que o porco era um animal impuro. Que ignorância!


Sobre a visão errônea de Jesus também acerca do porco, existe uma passagem muito famosa no livro de Mateus, que é repetida em Marcos e Lucas. Assim, em Mateus, capítulo 8, versículos 30 a 33, Jesus mostra que via o porco como um animal impuro. É bom que você saiba, leitor, que a época de Jesus era marcada por profunda ignorância, e aqui, mais um exemplo. Nesse texto lendário, criado por um cristão, 2 pessoas com demônio no corpo, saindo de uma sepultura, se encontraram com Jesus, desafiando-o. Por favor, não ria, leitor, porque está me atrapalhando aqui. Pois bem! As 2 pessoas endemoninhadas pediram a Jesus que ele as expulsasse dali. Por favor, você está rindo, leitor! Por favor! E o que fez Jesus? Ora, ele olhou para um canto, vendo uma manada de porcos, ou seja, vários porcos que estavam por ali. Jesus, então, determinou que os demônios que estavam nas 2 pessoas entrassem nos porcos, que caíram de um despenhadeiro, morrendo nas águas. Por favor, não ria, leitor! Todos os porcos e os 2 demônios morreram afogados. Se os demônios soubessem nadar, não teriam morrido. E está escrito também que os donos dos porcos fugiram com medo do que viram. Jesus causou um grande prejuízo financeiro a esses proprietários, destruindo os porcos, sem indenizá-los. Essa passagem, leitor, mostra a visão errônea do escritor cristão sobre o porco.

Já que Jesus não comia carne de porco, qual era, então, a comida preferida dele? PEIXE, leitor! Peixe! Em Lucas, capítulo 24, versículos 42 e 43, após a lenda da ressurreição, Jesus reaparece aos discípulos, com muita fome. Aí ele pergunta se existe alguma coisa ali para ele comer. E os discípulos lhe deram peixe assado. Nos 4 evangelhos, o peixe aparece como refeição preferida de Jesus. Eu, Eustáquio, detesto peixe, meu organismo não aceita peixe. Eu até gostaria de comer essa carne, mas não entra. Se eu forçar, vomito. A explicação para isso está em minha genética. Existem bilhões de pessoas no planeta que, involuntariamente, rejeitam determinados alimentos. Um amigo meu odeia tomate, não consegue sequer mastigá-los. Já outro não come repolho. E assim por diante. 

A loucura do ser humano está em deixar de comer uma carne que adora por causa de um credo, por causa de uma religião. Aí está a loucura! Vou explicar melhor: nasce em Sobral um menino. Com 4 anos de idade, começa a comer carne. Esse menino adora carne de porco. Chega à adolescência comendo carne de porco. Com 18 anos de idade, entra numa igreja cristã, e deixa de comer a carne que tanto adora porque está escrito na Bíblia que o porco é um animal imundo. Aí está a loucura, leitor! Deixar de satisfazer um prazer corporal sadio por causa de uma mísera crença religiosa. 


sábado, 11 de março de 2023

JESUS, O MAIOR PSICÓLOGO ( 20º )

                             Livros cristãos só levam os leitores ao mundo da fantasia.

Na página 70, o psicólogo cristão Mark W. Baker escreve o seguinte:


“A psicoterapia funciona porque segue o padrão que Jesus descreve para o processo da salvação.”



Entendeu, leitor, o que diz acima o psicólogo cristão Mark W. Baker? Eu vou explicar, mas quero lhe pedir um favor: você me promete que não vai rir? Se você me promete que não vai rir, então vou explicar. Mark W. Baker está afirmando acima que a psicoterapia funciona porque segue o padrão deixado por Jesus para a salvação das pessoas. Você está rindo, não é mesmo, leitor? Mas você me prometeu que não riria. O psicólogo cristão pensa que todos os leitores de seu livro são idiotas.

 De início, veja, leitor, o que é a psicoterapia. De forma reduzida, é a cura da mente. É um tratamento que tem a finalidade de resolver os inúmeros problemas relacionados à mente, como depressão, ansiedade, dificuldades no relacionamento pessoal, conflitos familiares etc. O profissional que trabalha com a psicoterapia trata seus pacientes com amor, solidariedade e compreensão. Então? O psicólogo cristão diz que a psicoterapia funciona porque segue o padrão deixado por Jesus. Isso, leitor, é uma piada! Ora, a “psicoterapia” praticada por Jesus, nos textos dos 4 evangelhos do Novo Testamento, está muito distante da psicoterapia empregada pelos psicólogos sérios da Terra. Se a “psicoterapia” de Jesus fosse praticada atualmente, os pacientes ficariam mais doentes ainda. 


Qual era o PADRÃO utilizado por Jesus para o processo da salvação? O que as pessoas deveriam fazer para obterem a salvação? A resposta está nos 4 evangelhos, amigo leitor. Veja um exemplo em Marcos, capítulo 16, versículos 15 e 16:  



   “E disse-lhes: "Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.”



A passagem bíblica acima é atribuída a Jesus. Ele está dizendo aos discípulos que devem propagar o evangelho a todas as pessoas. Quem crer nele será salvo, mas quem não crer será condenado. Então, qual era o padrão utilizado por Jesus para alguém conseguir a salvação? O terror, caro leitor, o terror! Quem não crer em Jesus, quando morrer, será condenado, isto é, será queimado eternamente no fogo do inferno. É fácil ver que Jesus utilizava o terror, como padrão, para que as pessoas aderissem às suas ideias. E o Mark W. Baker ainda tem a coragem de dizer que os psicólogos de hoje empregam a psicoterapia praticada por Jesus. Nenhum psicólogo, até mesmo formado no Paraguai, ameaça seus pacientes, utiliza o medo como ferramenta. Ao contrário. 



Afirmei acima que a psicoterapia é um processo de tratamento que tem a finalidade de resolver os inúmeros problemas relacionados à mente, como depressão, ansiedade, dificuldades no relacionamento pessoal, conflitos familiares etc. Será que o Jesus dos 4 evangelhos agia assim, resolvendo, por exemplo, conflitos familiares? De forma alguma, amigo leitor! A “psicoterapia” de Jesus aumentava os problemas familiares. Veja, por exemplo, o que está escrito em Mateus, capítulo 10, versículo 37. Jesus diz a seus discípulos:


“Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim."


Que coisa horrível, não é mesmo, leitor? O cristão que escreveu o texto acima atribuído a Jesus nada entendia de amor, principalmente de amor entre familiares. É loucura exigir que um filho ame mais a Jesus  do que a seus próprios pais, que um pai ame mais a Jesus do que a seus próprios filhos. Isso é loucura, é caso de internação em hospital psiquiátrico. Um filho problemático diante de um “psicólogo” assim ficará mais problemático ainda, não é mesmo, leitor? Na verdade, nenhum psicólogo fará exigência tão maluca quanto essa. E o Mark W. Baker ainda tem a coragem de afirmar que os psicólogos de hoje seguem o padrão de salvação deixado por Jesus.

Em Mateus, capítulo 19, versículo 29, mais uma aberração psicológica atribuída a Jesus:



“E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, [ou mulher], ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna.”





Jesus aparece aqui como o maior propagador da desunião familiar. Se, em uma família, um pai cristão encontrar problemas relacionados à sua crença, deverá abandonar a esposa com os filhos, em nome de Jesus. Quando morrer, herdará a vida eterna. Que coisa horrível! Nenhum psicólogo sério praticará essa “psicoterapia” atribuída a Jesus. Entendeu, leitor? Um psicólogo sério agirá de forma totalmente diferente. Dirá ao pai cristão que ele deve entender as crenças de sua esposa e filhos para que haja harmonia entre eles. Pessoas são diferentes, não são iguais, portanto, devem ser respeitadas. Uma família deve ser feliz, mesmo que seus membros possuam crenças religiosas diferentes. 

Mark W Baker ainda tem a coragem de afirmar que os psicólogos de hoje praticam a psicoterapia deixada por Jesus.

Pode rir agora, leitor!


sexta-feira, 10 de março de 2023

JESUS, O MAIOR PSICÓLOGO ( 19º )

                             Livros cristãos só levam os leitores ao mundo da fantasia.

Na página 30, o psicólogo cristão Mark W. Baker teve a coragem de escrever o seguinte, acerca de Jesus:


“A filosofia que afirma que as pessoas são essencialmente boas é chamada de humanismo. Devido ao amor de Jesus pelos outros e a sua preocupação com o bem-estar de todos, ele é frequentemente apresentado como um dos grandes exemplos do humanista ideal. Jesus ensinava que devemos amar a todos.”



Você, leitor, entendeu o recado acima do psicólogo cristão? Vou detalhar para você. Mark está afirmando que o Jesus dos 4 evangelhos do Novo Testamento foi um grande humanista, isto é, um homem que acreditava na bondade do ser humano. E ainda diz que Jesus se preocupava com o bem-estar de todos. 

Ora, quando lemos os 4 evangelhos do Novo Testamento (Mateus, Marcos, Lucas e João), não é isso que encontramos em relação a Jesus. Ao contrário do que afirma o psicólogo cristão, Jesus não foi um grande humanista, um homem que compreendia o ser humano. Qual foi a maior propaganda veiculada por Jesus? Você, sabe, leitor? Ela está nos 4 evangelhos. Como exemplo, o evangelho de Marcos, capítulo 16, versículos 15 e 16:  



   “E disse-lhes: "Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.”



Na passagem bíblica acima, Jesus diz a seus discípulos que eles devem pregar o evangelho a todas as pessoas. Quem crer em Jesus será salvo. E quem não crer? Quem tiver outra crença? Ora, quem tiver outra crença, quando morrer, será queimado eternamente no fogo do inferno. Viu aí, leitor, como Jesus não era um humanista, um homem que entendia o ser humano? O cristão que escreveu a loucura acima, atribuindo-a a um certo Jesus, era um ser humano digno de pena. Esse cristão queria uma coisa impossível: que todas as pessoas acreditassem nele, sob pena de sofrerem eternamente no fogo do inferno. Que cristão horrível, que ser humano profundamente mau! E o psicólogo cristão Mark W. Baker ainda tem a  coragem de afirmar que Jesus foi um dos maiores humanistas da Terra. 

Ora, uma pessoa humanista jamais vai exigir que todas as pessoas concordem com suas ideias, que todas as pessoas acreditem nela. E mais: jamais condenará pessoas que discordem de suas ideias. Entendeu, leitor? Você, leitor, é cristão católico? Tem algum amigo ateu ou cristão evangélico? Se pudesse, você torturaria eternamente essas pessoas, apenas porque elas discordam de você? Claro que não, não é mesmo? Você, uma mãe cristã, que tem um filho ateu. Seria capaz de jogar seu filho no fogo eterno do inferno apenas porque ele é um ateu? Claro que não, não é mesmo, mãezinha? Você ama seu filho e deseja tudo de bom para ele, não é mesmo? Você, mãezinha, é uma humanista. O Jesus do Novo Testamento, não! Na fantasia cristã, Jesus exigia o absurdo, isto é, que todos acreditassem nele. E punia eternamente todos os que não acreditassem nele. Que maldade! Isso nada tem a ver com o humanismo. Uma pessoa realmente humanista respeita as ideias de todos, mesmo não concordando com elas. Ninguém deve sofrer punição por ser cristão, ateu, budista, umbandista, judeu etc. 

                             Entendeu, leitor?


sexta-feira, 3 de março de 2023

JESUS, O MAIOR PSICÓLOGO ( 18º )

                     Livros cristãos só levam os leitores ao mundo da fantasia. Na página 43, o psicólogo cristão Mark W. Baker teve a coragem de escrever o seguinte, acerca de Jesus: 


                        “Jesus sabia que crenças antigas e inflexíveis são como os velhos odres que se rompem e não funcionam na presença do crescimento. Ele sabia que é necessário descobrir que as nossas antigas crenças precisam mudar se quisermos usufruir os benefícios do desenvolvimento. (...) As pessoas sábias estão sempre abertas a novas ideias e crenças.”


 Você, leitor, entendeu o recado acima do psicólogo cristão? Vou detalhar para você. Mark está afirmando que o Jesus dos 4 evangelhos do Novo Testamento pregava que as pessoas não deviam se prender a ideias e a crenças, isto é, que as pessoas eram livres para escolherem novas ideias e crenças. E Mark ainda destaca que as pessoas sábias estão sempre abertas a novas ideias e crenças. É inacreditável, caro leitor! Inacreditável! Como é que um cidadão tem a coragem de afirmar que o Jesus do Novo Testamento era a favor da liberdade em relação a novas ideias e crenças. É muita desonestidade! Ao contrário do que afirma Mark W. Baker, Jesus era totalmente contra a liberdade de ideias e de crenças. Nos 4 evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João), Jesus pregava que aquelas pessoas que não acreditassem nele, que tivessem uma crença diferente, quando morressem, sofreriam eternamente no fogo do inferno. Entendeu, leitor? Em todos os textos dos 4 evangelhos, Jesus mandava para o fogo eterno do inferno todas as pessoas que tinham uma crença diferente da dele. Isto, Jesus não permitia que as pessoas fossem abertas a novas ideias e crenças. Viu, leitor, como o Mark W. Baker pensa que todos os leitores de seu livro são idiotas! Só para ilustrar o que afirmo acima, vou trazer algumas passagens do Novo Testamento, atribuídas a Jesus. Veja, leitor amado, o que está escrito em Marcos, capítulo 16, versículos 15 e 16:


                    “E disse-lhes: "Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.” 


                    Na passagem bíblica acima, Jesus diz a seus discípulos que eles devem pregar o evangelho a todas as pessoas. Quem crer em Jesus será salvo. E quem não crer? Quem tiver outra crença? Ora, quem tiver outra crença, quando morrer, será queimado eternamente no fogo do inferno. Viu aí, leitor, como Jesus era contra a liberdade de crença! Ora, quem propaga a liberdade de crença e de ideias jamais vai punir alguém que pensa diferentemente. Jesus não aceitava que as pessoas tivessem crença diferente da dele. Eis a triste verdade que o psicólogo Mark W. Baker esconde de seus leitores. Em Mateus, capítulo 12, versículo 30, é atribuída a Jesus a seguinte afirmação: 


                         “Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha.” 



                       Mais uma vez, Jesus prega contra a liberdade de ideias e crenças. Ele diz que quem não aderir à sua crença não faz parte do time dele. Quem tiver uma crença diferente da dele, é contra ele e, quando morrer, será queimado eternamente no fogo do inferno. Entendeu, leitor, como Jesus não era nada daquilo que prega o psicólogo cristão Mark W. Baker! Eu, Eustáquio, sou a favor da liberdade de ideias e crenças. As pessoas que têm ideias diferentes das minhas não são minhas inimigas e não desejo que elas sofram de forma alguma. Todas as pessoas devem ser livres para escolherem as mais diferentes ideias e crenças. O Jesus era totalmente contra, a ponto de mandar para o inferno pessoas que pensavam diferentemente dele. E o psicólogo cristão Mark W. Baker ainda teve a coragem de escrever que Jesus era totalmente a favor da liberdade de ideias e crenças. Mark ainda escreveu assim: 

                   “As pessoas sábias estão sempre abertas a novas ideias e crenças.” 

                 Mark diz que as pessoas sábias estão sempre abertas a novas ideias e crenças. Sim, isso é verdade! Só que Jesus não gostava das pessoas sábias, não apreciava as pessoas abertas a novas ideias e crenças. Ele, Jesus, mandava para o fogo eterno do inferno as pessoas abertas a novas ideias e crenças.