segunda-feira, 23 de setembro de 2019

DEUS AGE... ASSIM!



                                                                                                              Eustáquio



             Sigmund Freud (1856 – 1939), o Pai da Psicanálise, judeu e ateu, em seu livro “O futuro de uma ilusão”, 2010, editora Pallotti, nas páginas 111 e 112, assim escreve:



        “As verdades contidas nas doutrinas religiosas estão de tal maneira deformadas e sistematicamente disfarçadas que a massa dos seres humanos não pode reconhecê-las como verdades.”



          O grande Freud deixou registrado que as doutrinas religiosas são extremamente deformadas, apenas disfarçadas de verdades. Para provar essa verdade freudiana, trago aqui uma observação feita pelo ateu Leonardo Marcolino que possui um canal no “You Tube”. Hoje, em meu canal, coloquei o vídeo em que o Léo narra, de forma brilhante, sua trajetória religiosa até chegar ao ateísmo. Veja o que ele diz num dado momento:



       “Quando acontece alguma coisa boa, ah, é Deus que ajudou. E quando acontece uma coisa ruim, Deus não pode interferir no livre-arbítrio. Porra, então é, sempre tem um lugar para encaixar Deus.”



       Brilhante o raciocínio do Léo! Brilhante! Se o Freud estivesse vivo e visto o vídeo do Léo, com certeza iria elogiá-lo. O Léo afirma uma verdade: as afirmações de caráter religioso são deformadas, fora da realidade, eivadas de irracionalidade, completamente falsas. O Léo disse que, quando ocorre alguma coisa boa com uma pessoa religiosa, ela diz que Deus ou o seu santo preferido interveio para salvá-la. Só que, quando ocorre uma desgraça com alguém, uma pessoa religiosa afirma que Deus não pôde salvá-la porque não pode interferir no livre-arbítrio. Você, que está assistindo a esse vídeo nesse momento, percebeu a ingenuidade das afirmações? Notou que as afirmações religiosas são completamente deformadas? Para explicar melhor esse fenômeno, trago dois exemplos práticos: o caso do padre Marcelo Rossi e o de uma criança com apenas 2 anos de idade que morreu afogada na piscina da casa de seus pais há alguns meses, aqui em Brasília.
           O padre Marcelo Rossi, no dia 14 de julho do corrente ano, um domingo, enquanto celebrava uma missa, foi empurrado por uma fiel, caindo ao solo. Em razão da dinâmica da queda, não sofreu lesão grave. E qual foi a explicação dele? Religiosa, claro! Ele afirmou que Nossa Senhora passou na frente dele, protegendo-o, daí não sofreu lesão alguma. Ou seja, Nossa Senhora interveio para salvá-lo. A opinião do padre se encaixa certinho na afirmação do Léo quando disse que, diante de uma coisa boa, a pessoa religiosa sempre alega que Deus ou algum santo interveio para salvá-la. E foi justamente a atitude do padre Marcelo Rossi.
             E diante de uma coisa ruim? As afirmações das pessoas religiosas são as mesmas? Claro que não! Veja o caso da criança com apenas 2 anos de idade que morreu afogada na piscina da casa de seus pais. Os pais, por alguns segundos, desviaram os olhos da criança. Foi o suficiente para que ela chegasse à piscina, encontrando a morte. Imagine a pobre mãe, desesperada, perguntando ao padre Marcelo Rossi por que Deus ou Nossa Senhora não salvaram sua filha. O que o padre diria a essa infeliz mãe? Ora, ele diria que Deus ou Nossa Senhora não podem intervir para salvar a alguém por causa do livre-arbítrio. Por favor, não ria, deixe para rir depois do vídeo. A mãe da criancinha poderia se manifestar assim:



            “Mas, padre Marcelo, ora, o Senhor mesmo afirmou que Nossa Senhora interveio para salvá-lo, isto é, Nossa Senhora interferiu no livre-arbítrio da mulher. E, para ser sincera, nem livre-arbítrio a mulher possuía porque tem problemas mentais. Se Nossa Senhora, padre Marcelo, interveio para salvá-lo, o Senhor um homem adulto, com maior razão ainda, ela deveria ter interferido para salvar minha filha, que, aliás, era um ser inocente com apenas 2 anos de idade. Como é que o Senhor, padre Marcelo, pode afirmar uma maluquice desse quilate?”



           
            Com certeza, o padre Marcelo Rossi ficaria calado e envergonhado. Ora, como é possível, ele afirmar que Nossa Senhora interveio para salvá-lo, e, ao mesmo tempo, afirmar que Nossa Senhora não pôde salvar a criancinha inocente por causa do livre-arbítrio? Ora, criancinhas não possuem o livre-arbítrio, não sabem o que estão fazendo. Você, que está assistindo a esse vídeo, percebeu a maluquice contida na afirmação religiosa? Ora, é irracional o padre afirmar que ele escapou porque Nossa Senhora interveio, e, ao mesmo tempo, afirmar que Nossa Senhora não pode intervir para salvar a alguém. Como dizer isso, se, no caso dele, interveio. E nos outros casos não? No vídeo, com razão, Léo quase rir diante de tamanha ignorância religiosa. Ele mostra indiretamente o absurdo contido na afirmação do padre. Ora, se uma pessoa religiosa afirma que foi salva por um deus ou por um santo, jamais pode dizer que um deus ou um santo não pôde interferir para salvar a alguém que teve um fim triste. Na própria ideia do padre, Nossa Senhora interveio para evitar um mal maior. No caso da criancinha inocente que morreu afogada, Nossa Senhora, que podia intervir, deixou de fazê-lo. Desconheço uma ideia mais maluca que essa!
             

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

QUAL É O 1º MANDAMENTO DE DEUS?




                                                                                                                        Eustáquio


                Em meu vídeo de ontem, intitulado “Não blasfeme contra o Espírito Santo”, fiz uma análise sobre os comentários de Vítor Novaes Ferreira e Pedro Santos. O Pedro afirma que foi evangélico durante 20 anos, tendo passado pela Igreja Batista e pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, mais duas organizações religiosas que espalham a ignorância pela Terra. Diz também que lia a Bíblia com fervor e que, não raro, se deparava com contradições e absurdos, mas não levava isso muito a sério porque tinha medo de questionar, medo de estar blasfemando contra o Espírito Santo. Só que as dúvidas o estavam atormentando. Era a razão brigando com a ilusão religiosa. Bastante perturbado, Pedro procurou o pastor de sua igreja a fim de ajudá-lo a extinguir as dúvidas. E qual foi o comportamento do pastor diante das dúvidas do Pedro? O líder religioso pediu que Pedro procurasse auxílio junto ao Espírito Santo e que, na verdade, ele deveria, isto sim, se preocupar em ganhar “almas” para Cristo, e nada mais. E o que aconteceu? Ora, não deu outra: Pedro pulou do barco furado. Deixou a ilusão religiosa em 1998.
                Volto agora ao título desse vídeo? Você, que está assistindo a esse vídeo nesse momento, sabe me dizer qual é o primeiro mandamento que está em Êxodo, capítulo 20? As igrejas cristãs propagam que o deus hebreu fez os 10 mandamentos que se localizam no livro citado acima. E ainda espalham que são leis maravilhosas e perfeitas. Infelizmente, mais uma propaganda completamente falsa, que não corresponde à realidade. Em primeiro lugar, não são 10 mandamentos. Em segundo lugar, são leis arcaicas, malfeitas e profundamente injustas. Mostrei isso, de forma clara e incontestável, quando analisei um pouquinho o crime de homicídio. E agora trago mais um mandamento, o primeiro. O primeiro mandamento está em Êxodo, capítulo 20, versículo 3:



           “NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM.”



           Aqui, mais um dispositivo arcaico, malfeito e profundamente injusto, profundamente desumano. Percebeu, como as igrejas cristãs propagam o absurdo? Fique sabendo que esse mandamento é o pior de todos. Por quê? Porque estabelece a intolerância religiosa. A intolerância religiosa é a não aceitação da crença de outrem em outros deuses. O intolerante religioso pratica ações ruins contra quem não comunga com sua religião, com seus deuses. E o povo da Bíblia era um intolerante religioso em potencial. E aqui está a prova.
           Veja bem o mandamento: “Não terás outros deuses diante de mim.” Isto é, os hebreus deveriam adorar somente o deus Javé. E, ao longo da narrativa bíblica, os hebreus adoravam outros deuses. E o que acontecia com quem adorasse outros deuses, qual era a punição? Ora, a punição era a pena de morte! Percebeu, por que o 1º dos 10 mandamentos é o pior de todos? Só mesmo uma pessoa com desequilíbrio mental, ou algo parecido, para louvar um mandamento tão desumano e injusto como esse, não é mesmo? Onde já se viu, uma pessoa adorar um mandamento que impede a liberdade de crença, que cria obstáculos a uma pessoa adorar os deuses de sua preferência? Uma lei profundamente injusta e maluca, não é mesmo?
              Veja um exemplo da maldade do primeiro mandamento. No mesmo livro de Êxodo, no capítulo 32, inúmeros hebreus estão adorando outro deus, o deus Bezerro de Ouro. E esse fenômeno ocorre em toda a Bíblia. Os hebreus também adoravam outros deuses. Eu fiz uma série com vários vídeos, mostrando cada um desses deuses. Pois bem! Muitos hebreus estavam adorando o deus Bezerro de Ouro. Moisés desceu do monte com as duas tábuas com os 10 mandamentos. Ao chegar ao pé do monte, ele viu seu povo adorando outro deus, e aí ficou raivoso. Ele viu que, em uma das tábuas, estava escrito: “Não terás outros deuses diante de mim.” Pronto! Não deu outra! Já que seu próprio povo estava adorando outro deus, que não o Javé, então Moisés mandou que seus guerreiros matassem ao fio da espada quase 3 mil hebreus que estavam adorando o deus Bezerro de Ouro. E os 3 mil hebreus, coitados, foram assassinados apenas porque não tinham a liberdade de adorar outros deuses. Entendeu agora, por que o 1º mandamento é o pior de todos? É a intolerância religiosa levada ao grau extremo!
                    Os fiéis cristãos que vão a igrejas ou não, não raciocinam. Não conseguem comparar as coisas. Não conseguem discernir. Como o Pedro Santos afirmou, os cristãos não têm o discernimento. E vou provar aqui com um exemplo simples. Hoje, no Brasil, por meio das televisões, quase todos os dias, são vistos casos de violência, de intolerância, por causa das religiões. Por trás de cada ato terrorista, sempre há uma pessoa religiosa. Sempre! Há alguns meses, no Egito, houve 3 atentados a bomba, em igrejas cristãs, frequentadas por cristãos coptas, a maior comunidade cristã do Oriente Médio. Vários cristãos morreram. Os ataques partiram de religiosos fundamentalistas islâmicos. Eles mataram esses cristãos porque pertenciam a outra religião, o cristianismo, e adoravam outro deus, que não o Alá. Essa intolerância religiosa causou nojo e repugnância a qualquer brasileiro. Os cristãos, com razão, ficaram indignados e perplexos diante de tamanha selvageria. E aqui surge o problema: os cristãos não conseguem comparar as coisas. Ora, se eles ficaram indignados diante da intolerância religiosa praticada pelos radicais islâmicos, com a mesma razão deveriam ficar indignados com o deus hebreu e o Moisés porque eles fizeram a mesma coisa? Os radicais islâmicos mataram vários cristãos porque estavam adorando outro deus, que não o Alá. Da mesma forma, Moisés mandou matar vários hebreus porque estavam adorando outro deus, que não o Javé. Isto é, os radicais islâmicos e o Moisés se equivalem, agiram da mesma forma, com o mesmo motivo: a intolerância religiosa. É tão simples e claro entender que os radicais islâmicos e Moisés praticaram o mesmo mal e motivados pela intolerância religiosa. Só que os cristãos, cegos pela fé, como não poderia ser diferente, incriminam os radicais islâmicos, mas adoram Moisés. Existe cegueira mais hedionda do que essa? E, se um cristão, diante de um radical islâmico, reprovasse sua ação, a resposta do terrorista seria essa:

             “Cristão, eu agi do mesmo modo que o Moisés bíblico. Ele mandou matar quase 3 mil pessoas porque estavam adorando outro deus. Eu matei cristãos porque estavam adorando outro deus. Quem é você, então, para me condenar?”
               

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

O MITO DO ÊXODO


            
                                                    RICARDO MEDEIROS


             Quando os hebreus saíram do Egito, diz o conto bíblico que eles receberam objetos de ouro( que estavam nas orelhas dos egípcios) e foram com esses objetos que Arão fez o tal bezerro. Ocorre que mesmo se fingíssemos que isso aconteceu, ainda permaneceria a seguinte pergunta: Como os hebreus, escravos em fuga, conseguiram fundir ouro em pleno deserto? Sendo que para fundir esse metal é preciso fogo e a temperatura de 1064 º C? Essa temperatura só se alcança em fornos de fundição e mesmo assim por alguém hábil em fundição. E os escravos hebreus como podemos notar nos relatos nunca foram especialistas em nada, a não ser, na arte de fazer tijolos de barro e pastar ovelhas. Sim, o professor já afirmou que os hebreus invadiram terras e as saqueavam, só que esses saques segundo os relatos mentirosos da Bíblia se deram em momentos posteriores a criação do bezerro de ouro. Na verdade, os especialista em História Antiga, afirmam que essa passagem do bezerro de ouro foi uma criação dos escribas do reino de Judá. Entre os hebreus ou israelitas havia uma rivalidade entre as tribos do reino do Norte e do Sul, ou seja, entre Judá e Israel. Quando o reino do Norte, Judá caiu por volta dos anos de 700 a.C., nas mãos dos assírios que levaram cativos todos do reino de Israel, só ficou o reino do Sul Judá. Assim com sua arqui-inimiga praticamente destruída, os escribas criaram essa estória do Êxodo em que Israel adorava um bezerro de ouro, que na verdade era uma alusão ao deus- Boi, Baal. A passagem do bezerro de ouro no Êxodo teria sido copiada dessa passagem aqui, que podemos encontrar em Reis:" Então edificou Jeroboão a Siquém na região montanhosa de Efraim, e residiu ali; dali saiu e edificou a Penuel. Disse Jeroboão no seu coração: Agora tornará o reino para a casa de Davi. Se este povo subir para oferecer sacrifícios na casa de Jeová, em Jerusalém, o coração dele se tornará para o seu senhor Roboão, rei de Judá; a mim me matarão, e voltarão para Roboão, rei de Judá. Pelo que o rei, depois de conselhos tomados, fez de ouro dois bezerros; e disse ao povo: Basta de subirdes a Jerusalém; eis os teus deuses, ó Israel, que te tiraram da terra do Egito. Pôz um em Betel, e o outro colocou ele em Dã.Isso se tornou em pecado; pois o povo ia até Dã a adorar o bezerro.1 Reis 12:25-30 Leia toda essa passagem e notará que ela é a mesma coisa da do Êxodo. As únicas diferenças são: a do Êxodo ocorre num deserto e os bezerros lá são feitos por Arão, enquanto que a do livro de Reis são feitos por outro maioral que se tronou rei, Jeroboão. Vc poderia se perguntar, mas em Êxodo fala em um bezerro e em reis se fala em dois. É verdade, mas sabe o que ocorre, é que a palavra vertida para deus no hebraico é elohim, e ela significa tanto deus como deuses. Assim, se vc pegar versões bíblicas diferentes, verá que no Êxodo, há versões que colocaram que Arão fez bezerros e não um bezerro como está na maioria de nossas traduções atuais. A grande sacada da Bíblia é que como já foi dito pelo professor Eustáquio, os hebreus eram politeístas sempre foram. Mas quando eles migraram do politeísmo para o monoteísmo, eles começaram a reescrever e/ou acrescentaram, nos contos que eles já tinham politeístas, contos monoteístas. Misturaram tudo! Por isso, quem não sabe dessas informações quando lê a Bíblia pensa que os hebreus eram monoteístas e adoradores de Javé e que em certas ocasiões eles se desviavam e adoravam outros deuses. Mas isso é só uma aparência. Esse truque adotado pelos hebreus e seus escritores se encaixa de forma quase perfeita, justamente por causa das palavras El( deus) e Elohim(deus e deuses). Nos relatos mais antigos, o termo que aparece é Elohim, porque nesses contos só apareciam deuses, os hebreus não adoravam um deus, mas vários. Elohim é o plural de El. Quando os escritores modificaram seus contos para dar a entender que os hebreus eram monoteístas, eles vertiam elohim para deus, quando queria fazer pensar que a passagem estava se referindo ao deus que eles mais tarde adotaram como o único e verdadeiro, ou seja, Javé e quando queriam dar a entender que se tratava de outro deus, deixavam a palavra Elohim com o sentido de deuses. Diziam que se Elohim viesse acompanhado de verbos ou adjetivos ou outro termo no singular, ali se tratava de Javé, mas se Elohim viesse acompanhado de verbos e termos no plural, a passagem estaria tratando de deuses falsos. Só que isso não é verdade, isso é apenas uma técnica literária dos escritores posteriores aos escritos politeístas. Podemos afirmar isso, porque Elohim vem de El e ambas as palavras vem do cananeu, sem falar que quando analisamos de forma gradual e lenta as passagens vemos que o termo DEUS não poderia ser o deus dos hebreus, mas deuses ou algum deus que não o dos que os hebreus adotaram mais tarde como o verdadeiro. Só para termos uma ideia, esse termo deus verdadeiro é uma invenção tardia dos escritores monoteístas do velho testamento. Antigamente, os povos antigos não se referiam a seus deuses como verdadeiro ou falso, todos eles acreditavam em deuses. O que acontecia era que um deus poderia ser considerado mais fraco ou mais forte, mas nunca como falso. Eu fiz um artigo que explica toda essa trama no texto bíblico. As mudanças aconteceram quando os hebreus vieram da Babilônia, eles pegaram seus textos e os redigiram e foram acrescentando passagens monoteístas neles.

NÃO BLASFEME CONTRA O ESPÍRITO SANTO



                                                          Eustáquio


              
           Iniciamos esse vídeo com dois comentários feitos ontem, dia 18 do corrente mês, em meu vídeo intitulado “Deus amava o rei Davi”. O primeiro comentário foi feito por Vítor Novaes Ferreira, e o segundo, por Pedro Santos.
           Para que você entenda o comentário do Vítor e a explicação do Pedro Santos, é necessário que eu mostre aqui o que expus lá no vídeo. Naquele vídeo, deixei claro que, nos relatos lendários bíblicos, o rei Davi não estava nem aí para os 10 mandamentos. Matava abundantemente, roubava dia a dia, adulterava frequentemente etc. Quando ele morreu, e foi substituído pelo filho Salomão, o deus hebreu apareceu, em sonho, a este, dizendo-lhe que, se andasse, como Davi andou, respeitando os estatutos e os mandamentos, iria receber muitas bênçãos. Ora, Davi jamais andou de acordo com os estatutos e os mandamentos. Ao contrário! É fácil ver a ingenuidade dos relatos bíblicos, e isso ocorre em toda a Bíblia. Diante dessa ingenuidade, dessa contradição cristalina, o Vítor Novaes Ferreira escreveu o seguinte:



       “Mais uma contradição bizarra. Eu conheço alguns cristãos fanáticos que se gabam por terem lido toda a bíblia. das duas uma: ou essas pessoas não entendem o que leem, ou percebem essas incongruências e fazem vista grossa.


       O Pedro Santos leu o comentário do Vítor, e respondeu assim:



       “Alguns é por falta de discernimento, outros é por medo mesmo. Na minha época de evangélico, eu já havia lido a bíblia por completo diversas vezes, e me deparado com uma quantidade absurda de contradições e textos bizarros, mas tinha medo de questionar, pois isso poderia significar BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO. Nas poucos vezes que eu tive coragem de perguntar alguma coisa na igreja, a resposta que eu tinha era sempre a mesma, que precisava pedir auxilio ao espírito santo ou que eu tinha era que me preocupar em ganhar "almas" para Cristo. Mas como é raro de encontrar um cristão que lê a bíblia,então também é raro alguém que a questione”



                 Eis dois importantes comentários! O Vítor, diante das contradições e erros ingênuos presentes em toda a Bíblia, busca entender por que os cristãos não conseguem ver essa realidade tão clara, tão cristalina. E ele arrisca: não devem enxergar o óbvio porque não entendem o que leem, ou, então, entendem, mas fazem vista grossa. Já o Pedro Santos afirma que os cristãos não conseguem enxergar por falta de discernimento e, também, por medo. Pedro Santos, em outro comentário, afirma que foi evangélico durante 20 anos, passando pela Igreja Batista e pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, tendo abandonado a fé cristã em 1998. Ele mesmo diz que, quando era evangélico, lendo a Bíblia diariamente, encontrava inúmeras contradições e textos extremamente esquisitos, mas tinha medo, muito medo, de questionar porque poderia estar blasfemando contra o Espírito Santo. Poucas vezes, em razão do medo, ele chegou a procurar o pastor para tentar apagar algumas dúvidas. Como é impossível defender a Bíblia, foi dito ao Pedro Santos que ele deveria procurar auxílio junto ao Espírito Santo e que deveria se preocupar em ganhar “almas” para Cristo. Não deu outra: Pedro deu adeus à ilusão religiosa!
             Espírito Santo algum existe! Não existe espírito algum na Bíblia, muito menos um santo. Quando os hebreus escreviam os textos que estão hoje na Bíblia, de forma isolada, não havia um espírito ao lado deles, dando-lhes orientações. De forma alguma. E mais: os escritores hebreus jamais pensavam que, muitos séculos depois, iriam aparecer homens que colocariam os textos num livro chamado Bíblia, dando-lhe o caráter de livros “sagrados”, de livros inspirados pelo Espírito Santo. Jamais!!! Tudo isso é invenção das igrejas cristãs. Para entender a Bíblia, ninguém deve recorrer a espíritos. Deve, isto sim, estudar os costumes da civilização hebraica, sua arqueologia, sua sociologia etc. Somente assim alguém entenderá de Bíblia.
             E, infelizmente, o medo é a propaganda mais forte do cristianismo. O crente tem medo de contestar a Bíblia porque, desde o berço, é doutrinado a respeitá-la. Ele vê claramente que a coisa não se encaixa, mas tem medo, medo do Satanás e de, ao morrer, ir para o inferno. Satanás algum existe, muito menos o inferno. O cristianismo, lamentavelmente, prega o medo a seus seguidores. Hoje, o Pedro Santos se sente um homem muito feliz, livre de preconceitos, de medo, de perseguição.
              E, no final de seu comentário, ele diz que é raro um cristão ler a Bíblia. Eis outra verdade! De fato, é muito difícil um cristão ler a Bíblia, imagine estudá-la. Esse fenômeno ocorre em minha família, e, com certeza, em sua família também. Tenho 7 irmãos, todos cristãos católicos. Nenhum deles lê a Bíblia. Eu, o único ateu da família, é que me preocupei em lê-la e estudá-la. Minha irmã Graça sempre leu revistas com atrizes e cantores. Ela é assinante da revista Caras, uma porcaria. Ela lê Caras, mas não quer nem saber da Bíblia. No fundo, os cristãos não estão nem aí para a Bíblia. Se realmente achassem que ela tem alguma importância, com certeza a leriam diariamente. Não estão nem aí. Nesse negócio de crença religiosa, somente as igrejas cristãs levam a melhor. Alguns fiéis as abandonam, mas surgem outros, e elas continuam firmes, propagando ilusões e enriquecendo-se por meio de dízimos, ofertas e doações.
                  Parabéns ao Vítor Novaes Ferreira e Pedro Santos!
              

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

DEUS AMAVA A DAVI




                                                          Eustáquio



                 Iniciamos esse vídeo com o comentário de Edson Martins. Edson é um brasileiro que mora no estado de São Paulo, perto de Santos. Ontem, ele escreveu em minha página:




                  “Católicos e evangélicos, na verdade, são estágios diferentes de um processo de idiotização. O sujeito começa católico, onde se inicia processo. Depois ele vira evangélico, sendo este o último estágio de um idiota, que começou lá no catolicismo. Ele renúncia a todos os santos e tambem a todo conhecimento secular e científico de maneira geral. Essa é uma explicação cientificamente comprovada. Todos entendem de maneira cabal essa particularidade do evangélico como sendo o último estágio de um idiota.”



                 Vamos, mais uma vez, entrar no mundo da Bíblia cristã. Você sabia que o deus hebreu adorava o lendário rei Davi? E você sabia que Jesus também o adorava? Agora vem a pergunta: por que o deus hebreu amava o rei Davi? A resposta é muito fácil, está na Bíblia, de forma clara e cristalina. Não, não vou revelar agora, mas somente no final do vídeo. E tenho certeza de que você vai rir bastante.
               Antes, vejamos o que está em Êxodo, capítulo 20. No relato lendário bíblico, o deus hebreu fez os 10 mandamentos e os entregou nas mãos de Moisés. Nos versículos 13, 14 e 15, 3 mandamentos, respectivamente, o “não matarás”, o “não adulterarás” e o não “furtarás”. Agora surge mais uma pergunta: nos relatos bíblicos, o rei Davi praticou algum desses crimes, claramente proibidos nos 10 mandamentos? A resposta é categórica: sim, o rei Davi praticou os crimes descritos acima. Logo, não estava nem aí para os 10 mandamentos! Para ilustrar essa verdade, vamos a alguns exemplos. No livro de 1 Samuel, capítulo 18, versículo 7, está escrito:



            “As mulheres se alegravam e, cantando alternadamente, diziam:
              Saul feriu os seus milhares,
              porém Davi, os seus dez milhares.”



            Como se vê facilmente, o mundo da Bíblia era marcado por um grau altíssimo de ignorância e violência. Nessa passagem bíblica, as mulheres estavam muito felizes com o Davi porque ele havia matado mais gente do que o rei Saul. Se o rei Saul matou milhares de pessoas, o Davi matou dez milhares. Isto é, muito mais do que o rei Saul. Os dois não estavam nem aí para os 10 mandamentos, não é mesmo?
          Vamos a mais um exemplo. No mesmo livro, 1 Samuel, capítulo 27, versículo 9, está registrado:



          “9 Davi feria aquela terra, e não deixava com vida nem homem nem mulher, e tomava as ovelhas, e os bois, e os jumentos, e os camelos, e as vestes; voltava e vinha a Aquis.”



             Nessa passagem, mais uma vez, Davi pratica vários crimes de homicídio e roubo, ambos proibidos nos 10 mandamentos. Isto é, Davi não estava nem aí para os mandamentos entregues a Moisés. Vamos a mais um exemplo. No livro de 2 Samuel, capítulo 1, versículo 15, está escrito:



              “Então, chamou Davi a um dos moços e lhe disse: Vem, lança-te sobre esse homem. Ele o feriu, de sorte que morreu”



             Aqui, Davi manda matar um homem. Esse homem foi ao encontro de Davi, informando-lhe que o rei Saul e seu filho Jônatas estavam mortos. E disse ainda que ele havia matado o rei Saul, atendendo a um pedido da própria vítima porque se encontrava bastante ferido. Ao saber que aquele homem era um amalequita, o rei Davi mandou matá-lo. Mais um crime de homicídio, mais uma ação contrária a um dos 10 mandamentos. Vamos a mais um exemplo. No mesmo livro, 2 Samuel, capítulo 11, versículo 4, está anotado:



           “Então, enviou Davi mensageiros que a trouxessem; ela veio, e ele se deitou com ela. Tendo-se ela purificado da sua imundícia, voltou para casa.”



             No relato bíblico, Davi, mais uma vez, pratica uma ação contrária a um dos 10 mandamentos. Não estava nem aí para aqueles mandamentos. Comete o crime de adultério porque fez sexo com uma mulher do próximo. A mulher era a Bate-Seba, e seu esposo, o corno, o Urias. Além do mais, mais à frente, Davi, para se livrar do corno Urias, prepara uma emboscada para ele, que morre. E Bate-Seba torna-se mais uma esposa dele, já que possuía muitas. Resumindo: Davi, em toda sua vida, infringiu os 10 mandamentos, não estava nem aí para eles.

               Agora, vamos voltar à pergunta formulada no início desse vídeo. Por que o deus hebreu adorava o rei Davi? A Bíblia responde claramente. Antes, gostaria de que você, que está assistindo a esse vídeo, ficasse sentado numa poltrona ou numa cadeira grande a fim de não cair porque você vai rir muito. Veja a resposta no livro de 1 Reis, capítulo 3, versículo 14:



            “Se andares nos meus caminhos e guardares os meus estatutos e os meus mandamentos, como andou Davi, teu pai, prolongarei os teus dias.”



           Por favor, pare de rir! Bem que avisamos! Ora, o rei Davi havia morrido. Salomão, seu filho, assume o reino. Na passagem bíblica, o rei Salomão, com muito sono, resolve dormir. O deus hebreu lhe aparece em sonho, e passa a conversar com ele. Diz a Salomão que, se ele andar como Davi andou, se ele obedecer aos 10 mandamentos como Davi obedeceu, então receberá muitas bênçãos. Pare de rir, por favor! Ora, Davi não estava nem aí para os 10 mandamentos. Não andava em conformidade com eles.

terça-feira, 17 de setembro de 2019

JESUS E O SAPO DOS DISCÍPULOS




                                                          Eustáquio


              
                    Começo esse vídeo com uma frase do inesquecível intelectual, tradutor, escritor, dramaturgo e humorista brasileiro Millôr Fernandes, falecido em 2012. Ele afirmou:



                  “Se a Bíblia tivesse sido submetida aos críticos todos teriam achado subliteratura sem pé nem cabeça.”



                 Nesse vídeo, mostrarei mais uma passagem bíblica em que Jesus perde completamente a onisciência. Há alguns dias, por meio de um vídeo, apresentei 3 passagens no mesmo sentido. Isso ocorre porque o homem cria deuses, atribuindo-lhes as seguintes características não humanas: onisciência, onipresença e onipotência. Só que, ao escrever qualquer ato imaginário praticado pelos deuses, o escritor, sem saber, escorrega na barra de sabão, fazendo com que os deuses percam as 3 características. E isso ocorre muito em toda a Bíblia, de Gênesis ao Apocalipse.
               Jesus, mais uma vez, perde sua onisciência. No evangelho de Marcos, capítulo 5, versículos 25 a 34, mais um fato atribuído a Jesus. Quando digo “Jesus”, obviamente, estou me referindo ao Jesus das narrativas lendárias do Novo Testamento, e não do Jesus histórico. O Jesus histórico é um quase nada! Que isso, portanto, fique bem claro. Na narrativa bíblica, uma mulher sofria com uma forte hemorragia durante 12 anos. Havia procurado vários médicos, gastando muito dinheiro, sem obter cura. Ao saber da fama de Jesus, procurou tocar-lhe as vestes porque acreditava que, apenas colocando a mão na roupa de Jesus, ficaria totalmente curada. A pobre mulher, ao ver Jesus de longe, no meio de uma multidão de doentes, com muita dificuldade foi se aproximando dele. Com muito esforço, estendeu seu braço e tocou nas vestes de Jesus, ficando totalmente curada. Jesus não viu a mulher, mas sentiu que havia saído poder dele. Querendo saber quem tocou nele, virou-se para a multidão, perguntando:



           “Quem me tocou nas vestes?”



           Ao ouvirem Jesus, que estava no meio de uma multidão, querendo saber quem havia tocado nele, seus discípulos pagaram-lhe um sapo, ou seja, responderam-lhe de uma forma grosseira:



           “Vês que a multidão te aperta e dizes: Quem me tocou?”



            Ou seja, os discípulos disseram a Jesus que, numa multidão, era impossível saber quem havia tocado nele. Após ouvir os discípulos, diz o versículo 32:



            “Ele, porém, olhava ao redor, para ver quem fizera isto.”



             Isto é, Jesus olhava, olhava, olhava para ver quem havia tocado nele. Porém, não conseguiu descobrir. Só soube quando a mulher se apresentou diante dele, dizendo-lhe que fora ela.
             Por favor, leia principalmente os versículos 30 a 33.

A BÍBLIA E AS PUNIÇÕES HEDIONDAS




                                                          Eustáquio



                   Esse é o terceiro vídeo em que abordo o “não matarás” que está na Bíblia, precisamente no livro de Êxodo, capítulo 20, versículo 13.
                   Líderes religiosos cristãos propagam que os 10 mandamentos localizados em Êxodo foram leis feitas pelo deus hebreu e entregues a Moisés. Eis mais uma propaganda completamente falsa! Em primeiro lugar, não são 10 mandamentos, mas apenas 8; em segundo lugar, não foram leis feitas por uma entidade “espiritual” inteligentíssima, evoluída e justa; e, em terceiro lugar, não foram entregues a um homem chamado Moisés. E tudo isso é do conhecimento de qualquer estudioso sério em Bíblia.
                    Afirmei acima que não foram leis feitas por uma entidade “espiritual” inteligentíssima, evoluída e justa! E a própria Bíblia confirma o que digo aqui. No momento, estou analisando apenas o “não matarás”, e esse é o terceiro vídeo em que mostro os erros gritantes presentes ali. Os dispositivos que estão nos 10 mandamentos são profundamente malfeitos, injustos e irracionais. Por que são leis defeituosas? Ora, porque são leis muito antigas, arcaicas, elaboradas por um povo nômade e tribal, numa região marcada pela ignorância, conflitos, analfabetismo e pobreza. Foram leis que não passaram pelas mãos de pessoas evoluídas, principalmente por uma entidade “espiritual”. Nesse vídeo, trago mais um absurdo que está nos 10 mandamentos, porém, não está, por exemplo, em nossas leis brasileiras atuais porque são leis avançadas e tecnicamente justas. Esse absurdo é a desproporcionalidade das penas tão comum no mundo da Bíblia, nos 10 mandamentos, todavia ausente de nossas leis atuais.
                A desproporcionalidade das penas era uma marca característica do mundo arcaico. Hoje, é clara a proporcionalidade das penas. O que quer dizer proporcionalidade das penas? Quer dizer que as penas, as punições, devem ser lógicas de acordo com a gravidade dos crimes. Se, por exemplo, um crime é mais grave, então a punição deve ser maior; se um crime é mais leve, a punição deve ser menor. É isso o que se chama de proporcionalidade das penas. Deve haver proporção entre os crimes e as penas, e isso não existia no mundo da Bíblia. Pegarei aqui, como exemplos, dois crimes que estão no Código Penal brasileiro: o crime de homicídio e o crime de ameaça. Qual dos dois é o mais grave? O que é mais grave, mais danoso a uma sociedade, matar uma pessoa ou ameaçá-la de morte? Para responder a essa pergunta, nem é preciso que uma pessoa seja bacharel em Direito, nem há necessidade de conhecer as leis. Basta que a pessoa não seja mentalmente perturbada. Ora, o crime de homicídio doloso é milhões de vezes mais grave do que o crime de ameaça. Se é mais grave, então a pena, a punição deve ser maior. Já o crime de ameaça é mais leve, logo, a pena, a punição deve ser menor. Isso é o que se chama de proporcionalidade entre os crimes e as penas. Por isso mesmo, a pena mínima para homicídios dolosos é de 6 anos de prisão. Já para o crime de ameaça, apenas detenção de 1 mês. Entendeu? Isso se chama evolução das leis, coisa inexistente no mundo da Bíblia porque, para as leis evoluírem, é preciso tempo, muito tempo. Deuses não existem, não sabem fazer leis.
                Volto agora para os 10 mandamentos para provar que não havia proporção justa entre crimes e penas. O “não matarás” está no versículo 13. Isso aí era o crime de homicídio. No versículo 14, o “não adulterarás”. Trata-se aí do crime de adultério. Agora pergunto: qual dos dois é mais grave, o crime de homicídio ou o crime de adultério? O que é mais grave, matar uma pessoa, ou uma mulher trair o marido, ou o marido trair sua esposa com a esposa de outro homem? Ora, o mais grave é o homicídio porque atinge o bem maior de uma pessoa: a vida! E, na Bíblia, qual era a punição para o homicida e o adúltero? Havia a proporcionalidade das penas? Claro que não! A esses dois crimes era destinada a pena de morte. Percebeu, aí, o defeito? Fique sabendo, ainda, que o adultério nem é mais crime nas leis brasileiras. Por quê? Por que evoluímos, e muito, em relação ao mundo da Bíblia. Hoje, no Brasil, milhões de cristãos são adúlteros, traem os cônjuges, no trabalho, nas igrejas, nos “shoppings”, mas não são homicidas. E esses cristãos não sofrem punição alguma por serem adúlteros. Eu poderia aqui comparar inúmeros crimes bíblicos, mas, para evitar um vídeo longo, citarei mais um, só para mostrar a ignorância daquela época. Veja o que está no livro de Levítico, capítulo 20, versículo 15:



              “Se também um homem se ajuntar com um animal, será morto; e matarás o animal.”



              Diante dessa lei acima, qualquer pessoa mentalmente sadia fica horrorizada diante de tamanha barbaridade, não é mesmo? Que absurdo, matar um homem porque foi pego fazendo sexo com um animal! E pior: matar também o pobre animal, que é um ser irracional, ou seja, não tem a menor ideia do que está ocorrendo! É fácil ver o tamanho atraso que está na Bíblia, um mundo infestado de deuses.
            É cristalino ver que as leis bíblicas provam que o homem naquela época não possuía a capacidade de fazer leis tecnicamente perfeitas, justas e racionais, como nós temos hoje.